Justiceiro muda sua filosofia de vida para sobreviver à Guerra dos Reinos

A filosofia de Frank Castle, o Justiceiro, é bastante popular entre os leitores: ele mata os bandidos, sem nenhuma piedade. Inclusive a sua postura como anti-herói é inclusive problemática devido a essa atuação como a pessoa que captura o malfeitor, decide a sua punição e executa a pena.

Mas em Guerra dos Reinos: Justiceiro #1, publicada hoje nos Estados Unidos, Frank precisou dar uma flexibilizada nesse seu código de postura.

Seres de todos os mundos da Mitologia Nórdica invadiram Midgard (a Terra). As ruas de NY estão infestadas de Elfos Negros, Gigantes de Gelo e todo o tipo de monstros mágicos. E situações desesperadas exigem medidas desesperadas, certo?

O hospital de NY está no centro de toda a confusão e consideravelmente lotado, além de estar ameaçado, pois há monstros por toda a parte. Os médicos decidiram transportar todos os pacientes pelo Túnel Lincoln para Nova Jersey, onde é mais seguro, pois transportar os feridos pelas ruas seria ainda mais perigoso.

Mas mesmo o túnel não é garantia de segurança. Frank Castle então decide que vai averiguar a situação do lugar, mas ele precisa de ajuda nessa missão suicida. E para lhe auxiliar, ele salva um ônibus que estava carregando detentos para uma prisão.

Castle dá duas opções para os bandidos: ajudar a garantir a segurança do túnel para que o hospital o use ou ser morto por ele no ônibus. Obviamente um dos criminosos testou a paciência do Justiceiro e levou uma bala no meio da testa, mas os demais aceitaram a proposta.

Castle muniu os bandidos com espadas e demais armas que roubou dos seres nórdicos e todos cuidarão da segurança do túnel. Apesar de ser uma situação desesperadas, é uma mudança na postura do personagem. Em abordagens mais extremas, com outros escritores, talvez Frank nem ao menos desse uma chance para os criminosos.

Guerra dos Reinos: Justiceiro #2, com a continuação dessa história, será lançada nos Estados Unidos no dia 22 de maio. A minissérie possui roteiro de Gerry Duggan (A Espada Selvagem de Conan) e arte de Marcelo Ferreira (Homem-Aranha).

Mas e você, caro leitor, o que achou da participação do Justiceiro na Guerra dos Reinos? Apesar de ser uma história envolvendo seres mágicos, Frank segue atuando no nível de rua, lidando com os problemas de uma perspectiva real e humana. Deixe a sua opinião nos comentários.

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